... o mundo é um moinho...
Seguidores
Arquivo do blog
►
2010
(17)
►
Dezembro
(1)
E eu te pensei eternidade. Parte integrante de mim...
►
Outubro
(2)
Estava só quando chegara a noite. A chuva não para...
Quando o sol insistia em apagar os últimos raios, ...
►
Julho
(1)
Era já tarde da noite quando ele, de súbito, abriu...
►
Junho
(1)
Todos os livros, dispostos nessa estante, que por ...
►
Maio
(1)
Enquanto partida de si mesmo, encontra a própria f...
►
Abril
(2)
Lançara, com os primeiros raios, a rede ao mar. Al...
... e como estava sentado sobre uma pedra, ergueu-...
►
Março
(5)
Depois de algum tempo, percebeu cada passo dado na...
Após tanto caminhar, percebeu as diferenças... Div...
Escutou alguns passos. Passara a noite acordado, e...
Caminhou largamente alguns passos. Desfez o tempo ...
Era tarde. Nublava o céu entre o infinito e o prev...
►
Fevereiro
(3)
Ao sair o sol, correu ao encontro do nada. Partia ...
... quando pensava tudo terminado, ainda sobrava-l...
Nas muitas tentativas de ler Pirandello, Chartier ...
►
Janeiro
(1)
Avistou o resto de luz que ainda havia. A lamparin...
▼
2009
(28)
▼
Dezembro
(7)
Chi son? Sono un poeta. Che cosa faccio? Scrivo. E...
Apenas queria matar os restos que insistiam em viv...
Baixando o sol, iniciava o sonho de um dia partir ...
Não esperava dor, contudo, sonhos e graças de um n...
Era noite. Desértico, o seu sonho insistia em sonh...
Das suas últimas palavras nasciam as primeiras. Os...
... e do que era fragmento, apenas sobrara restos....
►
Novembro
(1)
Neste dia ensolarado com nuvens escuras ao céu, in...
►
Outubro
(4)
Ao despertar do primeiro raio de sol, saíra sem ru...
Atormentava-lhe o coração a doçura daquele dia. Sa...
Já é tarde. Meus sonhos rastejam a memória daquilo...
...e quando ainda insistia em sobrar os restos, eu...
►
Setembro
(1)
Ao ver-se reprimido pela súplica de um coitado que...
►
Agosto
(2)
...e perdido eu encontrei-me em meio a um turbilhã...
Hoje o dia se faz claro. A chuva de ontem ainda mo...
►
Julho
(2)
... e quando das suas ultimas palavras, suspirou d...
Passados alguns dias, descobri a complexidade do t...
►
Junho
(1)
Minha alma cansada cansa na esperança de esperar. ...
►
Maio
(7)
E o céu continua escuro como sempre. Vejo muito al...
Vivemos improvisando nos palcos dos dias. Cada dia...
LLAMA DE AMOR VIVA
Hoje pela manhã, quando o sol ainda não despontara...
Nunca pensei o tempo como algo que me deixasse na ...
Hoje tudo se faz noite. O céu guarda mais expectat...
E quando dormia o sol, eu despertava. Era hora de ...
►
Abril
(1)
Desculpe-me: sempre preciso do passado. Não adiant...
►
Janeiro
(2)
Soneto de Fylinto Elyseo
Parece-me que o céu nunca fica claro. É bem verdad...
Quem sou eu
...o mundo é um moinho...
Visualizar meu perfil completo
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Chi son? Sono un poeta.
Che cosa faccio? Scrivo.
E come vivo? Vivo!
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Início